| Foto: Folha |
Mensagens vazadas de grupos privados no Instagram revelaram que Renan Santos, líder do Movimento Brasil Livre (MBL) e pré-candidato à Presidência pelo partido Missão, relatava o uso de cogumelos alucinógenos — conhecidos como “cogumelos mágicos” — em conversas com outros participantes.
Além disso, os diálogos incluíam conteúdos de teor misógino, como avaliações de fotos de “novinhas”, e recomendações de autores ligados à extrema-direita.
Contradição política
O episódio ganhou repercussão porque uma das principais bandeiras da campanha de Renan Santos é justamente o combate ao tráfico de drogas. A revelação de que o pré-candidato fazia uso de entorpecentes expõe uma incoerência grave em seu discurso público.
Ao ser questionado Renan Santos confirmou a autenticidade das mensagens, mas buscou justificar cada ponto. Ele afirmou que o consumo de cogumelos foi recreativo e declarou que pararia de usar caso os eleitores considerassem o comportamento inaceitável.